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Palácio de Cristal recebe hoje Nicolas Krassik Trio e as petropolitanas Bruna Souza e Bebel Gomes

Esta será mais uma noite de boa música do Festival de Inverno da Dell´Arte.

A noite do jazz vai ser comandada pelo Nicolas Krassik Trio, e quem abre o momento é a dupla Bruna Souza & Bebel Gomes. A primeira,  com vocação instrumental e, a segunda, com afinação de canto uniram seus talentos há um ano e realizam apresentações que contagiam a plateia. No eclético repertório, a dupla reúne músicas dos anos 70 até o momento, tocando bossa nova, pop rock, clássico e MPB, resgatando assim o passado e o presente em suas melodias.

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Festival de inverno em Petrópolis vai contar com 35 atrações

A Dell’Arte divulgou a programação oficial da 16ª edição do Festival de Inverno em Petrópolis, que vai acontecer entre os dias  8 a 17 de julho, com 35 atrações, em diversos pontos da cidade: Catedral São Pedro de Alcântara, Museu Imperial, Palácio de Cristal, Theatro D. Pedro e Praça da Liberdade, entre outros.

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A beleza dos corais no 15º Festival de Inverno Dell’Arte 

Petrópolis é referência nacional na prática do canto coral. O segmento não poderia ficar de fora da programação do 15º Festival de Inverno de Petrópolis/Dell’Arte. Serão apresentações de três coros de destaque da cidade levando ao público a beleza do canto nos dias 16, 17 e 18 de julho, no Theatro D. Pedro. O primeiro a se apresentar é o Coral Dó Ré Mi, sob a regência do maestro Leonardo Randolfo, no dia 16. Em seguida, no dia 17, é a vez do Coral Municipal de Petrópolis, regido pelo maestro Paulo Afonso. Encerrando o circuito, o Coral das Meninas Cantoras de Petrópolis, regido pelo maestro Marco Aurélio Xavier, no dia 18.

O Coral Dó Ré Mi é o Coro Modelo do Programa Canta Petrópolis, projeto que cria um coral em cada escola do município e abrange cerca de duas mil crianças da rede pública. Ele é formado por meninos e meninas entre 8 e 15 anos de idade da Escola São Judas Tadeu e foi fundado em 2002 pelo maestro Leonardo Randolfo e pela pedagoga e diretora da escola, Mônica Chung. A preparação vocal é da soprano Cláudia Vianna.

Em sua nova fase trabalhando a expressão corporal e a dança, suas apresentações são performáticas. A estreia do novo estilo foi marcada pelo lançamento do espetáculo “Vitrine”, com coreografias inéditas do bailarino internacional Guto Muniz e cenário virtual de alta tecnologia O show conta com um repertório eclético contendo samba, rock, MPB e bossa nova.

Bibi Ferreira, Danilo Caymi, Pe Fábio de Mello, a italiana Mafalda Minnozzi, e Leila Pinheiro são alguns dos artistas de renome que cantaram com o Dó, Ré, Mi.

Fundado pelo maestro Ernani Aguiar em 1976, o Coral Municipal de Petrópolis chegou a 39 anos de existência como um ícone cultural da cidade. Durante 11 anos seu regente foi o maestro Gilberto Bittencourt. Desde 2001, o posto passou a ser assumido pelo regente Paulo Afonso dos Santos Filho, sob a direção e coordenação da Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis.

O coro executa obras importantes do repertório de música colonial brasileira em diversas primeiras audições. Destaca-se pela parceria com reconhecidos compositores, entre eles, Cesar Guerra Peixe, Guilherme Bauer, Ricardo Tacuchian e importantes orquestras nacionais.

Responsável por estreias de peças famosas no Brasil, como a “Missa Coralis”, de Lizst, e a “Missa para Coro e Órgão”, de Brahms, o Coral Municipal executou outras apresentações emblemáticas, entre elas, a “Missa da Coroação”, de Mozart, por ocasião da comemoração dos 10 anos de sua fundação.

O Coral das Meninas Cantoras de Petrópolis, fundado pelo maestro Marco Aurélio Xavier completa 39 anos de criação. Foi o primeiro grupo no Brasil formado exclusivamente por meninas e ficou conhecido como os célebres “Sapatinhos de Verniz”. Em seu currículo encontramos a gravação de 12 discos solo e outros 23 ao lado de importantes nomes da MPB, como: Roberto Carlos, Fafá de Belém, Sandy e Júnior, Hebe Camargo, Xuxa, Angélica, Gilberto Gil, Chitãozinho e Xororó, Fábio Júnior, Ivan Lins e Simone.

Sua maneira inovadora de interpretações musicais fez do grupo uma fonte de inspiração para a criação de outros similares. Participou de grandes espetáculos ao ar livre, entre eles, os monumentais concertos do “Projeto Aquarius”. Figuram no CD “In My Life”, do maestro inglês George Martin, considerado o “Quinto Beatle”, interpretando “Ticket to Ride”.

Em sua trajetória, o Coral das Meninas Cantoras de Petrópolis vem recebendo as mais expressivas honras artísticas, dentre eles, quatro diplomas concedidos por universidades estrangeiras.

Entrada franca para as apresentações do Coral Municipal de Petrópolis e do Coral das Meninas Cantoras de Petrópolis. Ingresso a R$ 20,00 e R$ 5,00, na apresentação do Coral Dó Ré Mi. A compra dos ingressos poderá ser feita na bilheteria do Theatro D. Pedro, de quarta a domingo, das 14h às 18h.

Pede-se a doação de um alimento não perecível para a Campanha da Solidariedade.

SERVIÇO:
Coros de Petrópolis

16 de julho, quinta-feira

19h – Coral Dó Ré Mi – regência maestro Leonardo Randolfo

            Ingressos: R$ 10,00 e R$ 5,00

17 de julho, sexta-feira

19h – Coral Municipal de Petrópolis – regência maestro Paulo Afonso Filho

           Entrada franca

18 de julho, sábado

20h – Coral das Meninas Cantoras de Petrópolis – regência maestro Marco Aurélio Xavier

     Entrada franca

Local: Theatro D. Pedro

Praça dos Expedicionários, s/n – Centro

Tel: (24) 2235-3833

Capacidade: 480 lugares

Acesso para deficientes

Não possui estacionamento/Não aceita cartões

Compra de ingressos somente na bilheteria do local, de quarta a domingo, das 14h às 18h

Amália Rodrigues é homenageada no Festival de Inverno/Dell’Arte em Petrópolis

O fado vai estar presente no 15º. Festival de Inverno de Petrópolis/Dell’Arte. “Recordando Amália Rodrigues” é nome do evento especial em homenagem à cantora que ficou conhecida como “a diva portuguesa do fado”, organizado pelo musicólogo português Jorge Rodrigues. O momento especial acontece na segunda-feira, às 19h, no Theatro D. Pedro. Serão exibidos vídeos inéditos e entrevistas exclusivas de Amália Rodrigues falando sobre a sua ligação afetiva com o Brasil e de sua experiência com a música brasileira.

Com uma carreira marcada pelo êxito, Amália Rodrigues é considerada a cantora portuguesa de maior consagração do século XX.  Sua estreia profissional ocorreu em 1939, e desde então, seu rico repertório fadista encantava por onde passava. Suas apresentações percorreram vários países, entre eles, Estados Unidos, Japão, França, Líbano, Israel, Brasil, Itália, Bélgica, México e China. Ela também interpretou no teatro e no cinema. Destacou-se pelas inovações na postura e vestuário dos fadistas. Um exemplo foi o uso sistemático do vestido e xale negros, e do posicionamento à frente dos guitarristas.

Sua ligação com o Brasil foi muito grande. Sua primeira vinda ao país foi em 1944, onde se apresentou no Cassino de Copacabana, com o espetáculo “Numa Aldeia Portuguesa” e no Teatro João Caetano, na cidade do Rio de Janeiro. No ano seguinte, retorna ao Brasil e grava os seus primeiros discos. Um dos seus maiores sucessos, o fado “Ai, Mouraria”, foi cantado pela primeira vez no Rio de Janeiro nesta ocasião. Aqui ela permaneceu por 10 meses. Também no Brasil, Amália Rodrigues despertou o seu amor pela poesia portuguesa, com o poema “As Penas”, de Guerra Junqueiro. Depois vieram poemas de Camões, João Roiz de Castelo Branco, Cecília Meirelles e outros grandes poetas.

Os portugueses levaram um grande susto quando a cantora em 1961 anunciou o seu casamento no Rio de Janeiro com Carlos César e a vontade de abandonar a carreira, o que não veio a acontecer. Ela foi uma grande divulgadora da música brasileira. Nega Maluca, Saudades de Itapuã, Oi, trepa no coqueiro, foram algumas das músicas que gravou e levou pelo mundo com a sua contagiante alegria.  

Mesmo após o seu afastamento dos palcos, ocorrido em 1994, Amália continuou a ser convidada de honra em inúmeros eventos culturais. Figura incontestável da história do fado é uma referência muito presente na exposição permanente do Museu do Fado, em Portugal.

O ingresso para “Recordando Amália Rodrigues” custa R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). A compra do mesmo poderá ser feita na bilheteria do Theatro D. Pedro, de quarta a domingo, das 14h às 18h.

Pede-se a doação de um alimento não perecível para a Campanha da Solidariedade. 

Serviço
Theatro Dom Pedro – Centro – Petrópolis
Ingresso: R$20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)
Compra de ingressos somente na bilheteria do local, de quarta a domingo, das 14h às 18h
Pede-se a doação de um alimento não perecível para da Campanha da Solidariedade
Mais informações: www.fipet.net.brhttp://www.fipet.net.br/ e no www.facebook.com/festivaldeinvernodepetropolis/Dellarte

Orquestra Sinfônica Cesgranrio participa do festival Dell’Arte

A Orquestra Sinfônica Cesgranrio, formada por 54 jovens músicos, sob a regência do maestro Eder Paolozzi vai se apresentar no 15º. Festival de Inverno de Petrópolis/Dell’Arte, neste domingo, dia 12 de julho, às 16h, no Theatro D. Pedro, prometendo repetir o sucesso de sua recém estreia ocorrida no último dia 30, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A pianista Patrícia Glatzl será a solista do concerto.  No repertório, músicas de Mozart e Beethoven.

A proposta da nova orquestra-escola, chancelada pela Fundação Cesgranrio, é agregar novos talentos em formação musical, oferecendo a oportunidade de se desenvolverem profissionalmente. Seus integrantes são vindouros de cursos técnicos ou universitários de música. Os jovens se dividem em violino, flauta, violoncelo, oboé, contrabaixo, tímpano, fagote, clarineta, viola e trompete. Uma de suas missões é formar público de música erudita e clássica, democratizando este tipo de segmento da música tão importante para a vida cultural e o enriquecimento humano.

Apesar de também ser jovem, Eder Paolozzi, diretor artístico e regente titular da OSC, já conta com um currículo brilhante, sendo considerado um dos regentes de maior destaque nacional. Sua formação foi no Conservatório Giuseppe Verdi de Milão. No Trinity College of Music de Londres, formou-se em violino. Estudou no Brasil com o renomado Isaac Karabtchevsky. Foi regente da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa, considerada uma das mais importantes orquestras de projetos sociais no Brasil. Recebeu o prêmio da orquestra no Festival de Musica Riva, na Itália, ocasião em que foi convidado a reger na Armênia a State Youth Orchestra of Armenia.

Bacharel em piano pela UFRJ desde 2009, Patrícia Glatzl é aluna de mestrado da UFRJ, no curso de Práticas Interpretativas sob a orientação de Myrian Dauelsberg. Nasceu em Juiz de Fora e iniciou seus estudos aos 6 anos de idade. Desde cedo atua como recitalista e solista, já tendo se apresentado sob a regência dos maestros Nelson Nilo Hack, Ricardo Tacuchian e Roberto Tibiriça. Tem participado de concursos nacionais obtendo significativas premiações. Conquistou o 1º lugar no Concurso Nacional de Piano Maria Teresa Madeira, no Rio de Janeiro e o prêmio de melhor intérprete de Bach, em 2005, no Concurso Nacional de Piano Arnaldo Estrella, em Juiz de Fora.     

A entrada é franca. Pede-se a doação de um alimento não perecível.

PROGRAMA

WOLFGANG AMADEUS MOZART

Abertura da Ópera Cosi Fan Tutte k.588

LUDWIG VAN BEETHOVEN

Sinfonia n. 1, Op.21

LUDWIG VAN BEETHOVEN

Concerto para piano n.4 Op.58